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Ensaio visual da montagem da 36ª Bienal e programação do fim de semana

Primeira parte do ensaio visual da montagem da 36ª Bienal

Ensaio visual da montagem da 36ª Bienal e programação do fim de semana
Ensaio visual da montagem da 36ª Bienal e programação do fim de semana (Foto: Reprodução)

36ª Bienal de São Paulo inaugura com 125 participações individuais e coletivas, e seis capítulos que propõem reflexões críticas sobre a humanidade
Dividida em seis capítulos, a mostra traz trabalhos do mundo todo e obras imersivas que serão ativadas de forma performática no contexto da programação pública, chamada Conjugações, que conecta vozes e territórios de diferentes geografias.


A 36ª Bienal de São Paulo abriu ao público em 6 de setembro de 2025, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, após um ano e meio de compromissos e encontros curatoriais em diferentes partes do mundo. O programa público começou em novembro de 2024, com as Invocações, realizadas em quatro localidades: Marrakech, Guadalupe, Zanzibar e Tóquio. Cada etapa reuniu artistas, poetas, músicos e ativistas em performances, debates, rituais e apresentações, discutindo e encenando a humanidade por meio de temas como pertencimento, memória, coletividade, emancipação, interdependência, cuidado, tecnologia e transições. Essas experiências funcionaram como um “ritual inicial” que agora deságua na exposição em São Paulo, trazendo histórias e idiomas, sabores e sons, estéticas e ritmos que atravessaram oceanos e fronteiras.


Com conceito proposto por Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, ao lado dos cocuradores Alya Sebti, Anna Roberta Goetz e Thiago de Paula Souza, da curadora at large Keyna Eleison e da consultora de comunicação e estratégia Henriette Gallus, esta edição se inspira no poema “Da calma e do silêncio”, de Conceição Evaristo, e tem a escuta ativa, o encontro, a negociação e o respeito como fundamentos da humanidade como prática. A metáfora do estuário, lugar de encontro entre diferentes correntes, espaço de manifestação e coexistência de seres diversos, território de exuberância, permeia uma mostra dividida em seis capítulos, concebidos como fractais e conectados por fluxos e diálogos constantes.

Agenda:.
Leia mais: 36ª Bienal de São Paulo inaugura com 125 participações individuais e coletivas, e seis capítulos que propõem reflexões críticas sobre a humanidade .


Ensaio visual em três partes: A montagem da 36ª Bienal de São Paulo. Parte 1, por João Victor Medeiros

Serviço:

36ª Bienal de São Paulo, 6 setembro 2025 
– 11 janeiro 2026
ter, qua, qui, sex e dom, 10h – 18h
(última entrada às 17h30)
sábado, 10h – 19h
(última entrada às 18h30)
entrada gratuita
Av. Pedro Álvares Cabral, s.n.
Parque Ibirapuera, Portão 3
Pavilhão Ciccillo Matarazzo
São Paulo, SP, Brasil

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