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Movimento Digitais Pretas lançou 2ª edição de livro coletânea que reúne as histórias de 23 mulheres pretas empreendedoras

Digitais Pretas "Ancestralidade, Pertencimento e Futuro: como empreendedores negros estão redesenhando ecossistemas.

Movimento Digitais Pretas lançou 2ª edição de livro coletânea que reúne as histórias de 23 mulheres pretas empreendedoras
Digitais Pretas

Digitais Pretas, um grupo para EMPODERAR e INSPIRAR mulheres pretas na criação dos seus negócios, já impactou mais de 300 mulheres diretamente, em 5 regiões do país e 5 países da Europa. Criou 4 eventos de afro empreendedorismo de grande porte, em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
O evento é um espaço de transformação e empoderamento para centenas de mulheres negras de todo o país e ocorreu no dia 23/07 /2026, na sede do Sebrae São Paulo – SP.
Dentre as de 23 mulheres pretas empreendedoras, está a arquiteta Gaúcha, Deonice Romero, onde conta sua história dos seus 40 anos, de vivência na arquitetura/ empreendedorismo. 

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Conheça um pouco mais:


A Obra é fruto do ecossistema criado por Néllys Corrêa há seis anos e já reúne mais de 19 mil seguidoras em torno de networking, formação e geração de negócios para mulheres pretas em todo o país. 
O movimento Digitais Pretas apresenta ao público a segunda edição do seu livro-coletânea, uma obra coral que reúne as vozes, trajetórias e conquistas de 25 mulheres pretas empreendedoras de diferentes regiões do Brasil. Mais do que um lançamento editorial, o livro é um retrato vivo de um movimento que nasceu em plena pandemia e se tornou uum dosecossistemas de empreendedorismo negro feminino mais relevantes do país. 
Um movimento que virou legado 
As Digitais Pretas nasceram há seis anos como uma rede de conexão entre 36 mulheres pretas empreendedoras. Idealizado por Néllys Corrêa, o projeto surgiu para enfrentar uma dor real: mulheres pretas migrando para o digital, mas ainda invisibilizadas, sem acesso, sem representatividade e sem posicionamento estratégico. 
Hoje, a comunidade já realizou eventos em 5 estados, impactou diretamente milhares de pessoas e reúne mais de 19 mil seguidoras em torno de um propósito claro: fortalecer mulheres pretas por meio de networking qualificado, formação, visibilidade e geração de negócios. O que começou como um grupo se consolidou como uma plataforma de influência, impacto social e desenvolvimento econômico. 
Fundadora das Digitais Pretas e curadora do Delas Summit — maior evento de empreendedorismo feminino do país, promovido pelo Sebrae SC —, Néllys Corrêa assina a introdução da obra, na qual define o empreender como um ato ancestral: "o meu empreender não nasceu de fórmulas prontas, ele pulsa, vibra e bate forte. Ele é vivo." 
Escrevivências que emocionam e transformam 
O livro tem prefácio assinado por Beta Ferreira, escritora, educadora social e criadora da Mentoria OKAN, que descreve a obra como um convite ao mergulho na memória e na ancestralidade: "Nessa obra você encontrará abrigo, desabafo, revolução, descanso, sonho, 
reinvenção, encontro e saudade." A revisão é assinada por Giceli Luciene, que classifica o resultado como "uma leitura necessária, um convite para letramento". 
Ao longo de suas páginas, a coletânea reúne 23 narrativas autorais — as chamadas escrevivências — que atravessam temas como ancestralidade, maternidade, fé, reinvenção, corpo, memória afetiva e a construção de negócios a partir da própria história de vida.
As coautoras e suas histórias 
Cada uma das 23 coautoras traz, em seu capítulo, um olhar único sobre o que significa empreender sendo mulher e sendo preta no Brasil: 
Sheila Rodrigues, especialista em Segurança do Trabalho, conta em "Da Infância ao Empreendedorismo Lúdico" como transformou a infância entre brincadeiras de rua em uma trajetória de gamificação e prevenção no mundo corporativo. 
Tuane Lima, especialista em Psicologia Positiva e Orientação de Carreira, escreve em “Sonhe Alto, Pode Sonhar!" sobre dança, música e a determinação que a levou de instrumentista a escritora. 
Ana Regina Nascimento, enfermeira aposentada, apresenta em "A Dança: Uma Descoberta Desconstrutiva" sua jornada da enfermagem à dançaterapia. Ana Paula Ferreira, psicóloga e estudiosa da filosofia Yorubá, traz em "Encontros que Nutrem Minha Existência" uma reflexão sobre ancestralidade e aquilombamento como cuidado. 
Ana Maria dos Santos Carvalho, psicóloga e idealizadora do Método Ancorar-se™, narra em "O Espiral da Vida" sua travessia do dever ao equilíbrio. 
Alessandra Maria, criadora da empresa A Inteligência BPO, conta em "Lar" uma história de chegada, resistência e amor. 
Ale Mattos, historiadora e Diretora Executiva da Fábrica dos Sonhos, escreve em "Maternar um Tipo Louco de Verbo" sobre maternidade como fonte de superação. Fabiane Pires, psicóloga e sócia-gestora de clínicas, premiada como Empreendedora Revelação 2025 das Digitais Pretas, reflete em "A Certeza" sobre viver plenamente aos 51 anos. 
Elaine Cristina, fisioterapeuta especializada em saúde pélvica, relata em "Caminhos que se Abrem com a Força do Feminino" a decisão de se tornar coautora de um livro. Gizele Machado, pedagoga, mestre em comunicação social e servidora pública federal, discute em "Afeto e Memória Ancestral" o significado real do "amor preto". Heloísa Helena Silva, empreendedora e avó de seis netos, narra em "Fortalecida na Fé" um momento de virada em sua saúde e espiritualidade. 
Mel Siebem, fotógrafa especializada em retrato feminino, escreve em "Quando Não Houver Lembrança, Tenha Uma Foto" uma carta afetiva à menina que foi. Dhedé Romero, arquiteta e urbanista, conta em "Traços e Linhas que Me Abrigam" sua trajetória entre a profissão, a dança flamenca e a poesia. 
Rosana Vargas, assistente social e pesquisadora, apresenta em "O Sonho de Liberdade Deixado para Mim como Herança" a força de sua mãe como legado. 
Viviane Felício, arquiteta e iniciada há 15 anos no orixá, traz em "Luminar" uma trajetória de ancestralidade e espiritualidade.
Diavany Barros, CEO da Destina Finanças Empresariais, escreve em "Com Raiz Forte, Sigo Minha Travessia" sobre suas origens no Pará e sua atuação em prol do protagonismo feminino. 
Noeci Corrêa (Léca), aos 74 anos, ex-auxiliar de enfermagem e carnavalesca entusiasmada, narra em "O Samba da Minha Vida" uma trajetória de cuidado e alegria. 
Zelma da Costa, assistente social e fundadora do Encanto Afro, conta em "O Sabor e o Aroma do Meu Legado" como seu empreendedorismo nasceu como herança familiar. 
Camila Ferreira Nunes, mestre em Propriedade Intelectual e fundadora da Mahani PI, escreve em "Registro de Memórias e Marcas" sobre a força silenciosa de sua avó. 
Karla Calazans, estrategista de negócios premiada com o Prêmio Marta Almeida, narra em "Mainha, Nós Conseguimos!" a trajetória das mulheres que vieram antes dela. Daniele Silva, psicóloga clínica, reflete em "Sol em Mim" sobre o processo de finalmente se enxergar por inteiro. 
Sandra Regina dos Santos, escritora e mestra em educação pela PUC-SP, traz em "O Corpo Negro Também Precisa Descansar" uma poesia sobre exaustão e autocuidado. Sibeli Luz, CEO da Editora e Instituto Experience e idealizadora do projeto, assina a "Fala da Editora", celebrando o pertencimento que encontrou entre as Digitais Pretas. 
Juntas, essas histórias de superação, ancestralidade, fé, maternidade e reinvenção formam um mosaico de potência coletiva. 
Por que essa obra importa 
Mais do que uma publicação literária, o livro das Digitais Pretas é um instrumento de representatividade e de registro histórico. Ele documenta, em primeira pessoa, a trajetória de mulheres que transformaram suas dores em propósito e seus negócios em ferramentas de transformação social — reafirmando o papel do empreendedorismo negro feminino como motor de mudança econômica e cultural no país. 
Como resume a própria comunidade: "Estamos mudando gerações e isso é só o começo." 
Sobre as Digitais Pretas 
As Digitais Pretas são um movimento de pertencimento, potência e negócios que reúne mulheres pretas empreendedoras em torno de networking qualificado, formação, visibilidade e geração de negócios. Idealizado por Néllys Corrêa, o projeto já realizou eventos em 5 estados brasileiros e reúne hoje mais de 19 mil seguidoras. 
Informações para a imprensa
Contato: [inserir nome, telefone e e-mail do assessor(a) de imprensa] Redes sociais: [inserir @ do Instagram/redes das Digitais Pretas] Imagens em alta resolução e capa do livro disponíveis mediante solicitação.
Obrigada, @editoraexperience, por dar vida e tanto carinho a este livro lindo!
À @sebraeforstartups e @darwinstartups pela parceria e por acreditarem em conosco.
Ao @argel_do_valle por capturar cada detalhe e emoção através das suas imagens.

Adquirir o livro  no Site oficial Digitais Pretas  Aqui



Assista o Vídeo de Lançamento do livro "Digitais Pretas" no Ibrawork na Aba  Novos Vídeos abaixo

Venha ser uma Preta Digital : https://www.clubedasdigitaispretas.com.br/

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