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Brasil continua em 2º no ranking de maiores juros reais do mundo após decisão do Copom; veja lista

O Brasil continua a ter o segundo maior juro real do mundo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) decidir nesta quarta-...

Brasil continua em 2º no ranking de maiores juros reais do mundo após decisão do Copom; veja lista
Brasil continua em 2º no ranking de maiores juros reais do mundo após decisão do Copom; veja lista (Foto: Reprodução)

O Brasil continua a ter o segundo maior juro real do mundo após o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) decidir nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. 🔎 O juro real é formado, entre outros pontos, pela taxa de juros nominal subtraída a inflação prevista para os próximos 12 meses. Assim, segundo levantamento compilado pelo MoneYou, os juros reais do país ficaram em 9,51%. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça A liderança do ranking, antes ocupada pela Rússia, passou para a Turquia, que registrou uma taxa real de 10,38%. Os russos aparecem na terceira posição, com juros reais de 9,41%. Em relatório divulgado nesta quarta-feira, o MoneYou afirmou que o Brasil ainda enfrenta incertezas inflacionárias, em meio a preocupações com os gastos do governo. O cenário, segundo a instituição, ficou ainda mais incerto com a guerra no Oriente Médio. A Argentina, que passou por um forte choque econômico sob o governo de Javier Milei, permaneceu na quarta posição do ranking. Veja abaixo os principais resultados da lista de 40 países. Queda da Selic Nesta quarta-feira, o Copom anunciou sua decisão de cortar a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. Trata-se da primeira redução desde maio de 2024. O anúncio também marca o fim de um ciclo de cinco decisões seguidas pela manutenção da Selic. Juros nominais Considerando os juros nominais (sem descontar a inflação), a taxa brasileira manteve a quarta posição. Veja abaixo: Turquia: 37,00% Argentina: 29,00% Rússia: 15,50% Brasil: 14,75% Colômbia: 10,25% México: 7,00% África do Sul: 6,75% Hungria: 6,25% Índia: 5,25% Indonésia: 4,75% Chile: 4,50% Filipinas: 4,25% Israel: 4,00% Hong Kong: 4,00% Austrália: 3,85% Polônia: 3,75% Reino Unido: 3,75% Estados Unidos: 3,75% República Tcheca: 3,50% China: 3,00% Malásia: 2,75% Coreia do Sul: 2,50% Nova Zelândia: 2,25% Canadá: 2,25% Alemanha: 2,15% Áustria: 2,15% Espanha: 2,15% Grécia: 2,15% Holanda: 2,15% Portugal: 2,15% Bélgica: 2,15% França: 2,15% Itália: 2,15% Taiwan: 2,00% Suécia: 1,75% Dinamarca: 1,60% Tailândia: 1,00% Cingapura: 0,88% Japão: 0,75% Suíça: 0,00% Sede do Banco Central em Brasília Raphael Ribeiro/BCB